Não existe um preço único para o Visto E2. O custo total é a soma de algumas partes — e a maior delas, o investimento no negócio, não é bem uma despesa: é capital que passa a ser o seu próprio patrimônio. Vamos separar cada item para você planejar com realismo.
Antes de tudo, um esclarecimento de posicionamento: a Unike assessora na seleção e análise da franquia. As taxas e honorários da parte de imigração variam conforme o profissional e o caso — quem define isso é o advogado. Os valores abaixo são referências gerais para você entender a estrutura de custos, não uma tabela fechada.
1. O investimento no negócio (o maior item)
É o coração do E2. Os advogados costumam recomendar a partir de US$ 100.000, mas o valor precisa ser substancial em relação ao custo daquele negócio específico. Esse montante não "evapora": vira a sua franquia, seus equipamentos, seu estoque, seu ponto. É um investimento que precisa estar comprometido e em risco antes da aplicação.
2. Honorários do advogado de imigração
O advogado é quem estrutura o caso, valida se o negócio se qualifica e prepara a aplicação. É um custo essencial — tentar economizar aqui costuma sair caro. O valor varia conforme a complexidade do caso e o escritório escolhido.
3. Plano de negócios profissional
O E2 normalmente exige um plano de negócios bem fundamentado, com projeções financeiras e de empregos. Muitas vezes ele é elaborado por uma empresa especializada, e isso entra na conta.
4. Abertura e estruturação da empresa nos EUA
Constituir a empresa, contratar um contador, organizar a parte fiscal e cumprir as exigências locais são custos recorrentes que começam já na fase de preparação.
5. Taxas governamentais do processo
Há taxas consulares do próprio visto, pagas por solicitante, além de eventuais custos de documentação, traduções e deslocamento até o consulado. São valores menores frente ao investimento, mas precisam entrar no planejamento.
Somando a parte burocrática do processo — advogado de imigração, plano de negócios e abertura da empresa —, uma referência geral fica em torno de US$ 10.000 para a maioria das famílias. Esse valor é separado do investimento no negócio e varia conforme o caso: profissionais escolhidos, complexidade da empresa e histórico do solicitante podem deixar a conta um pouco menor ou maior.
6. Capital de giro e operação inicial
Todo negócio leva um tempo até "andar com as próprias pernas". É prudente reservar capital de giro para cobrir aluguel, folha, fornecedores e despesas dos primeiros meses, sem depender do lucro imediato.
7. Os custos da mudança da família
Por fim, não esqueça das despesas pessoais: moradia, saúde, escola, transporte e o custo de vida nos EUA durante o período em que o negócio ainda está engrenando. Esse planejamento familiar é parte do orçamento, mesmo que não conte como "investimento" para o visto.
"Custo" e "investimento" não são a mesma coisa. Honorários, taxas e plano de negócios são despesas do processo. Já o valor aplicado no negócio — a maior parte — vira o seu patrimônio. Olhar só o número total assusta; separar as partes ajuda a decidir.
Como reduzir o risco financeiro
Existem formas de proteger parte do dinheiro caso o visto não seja aprovado. Muitos franqueadores acostumados com candidatos ao E2 aceitam cláusulas de reembolso da taxa de franquia (parcial ou total). Outra opção é a escrow account, em que o valor fica retido com um terceiro e só vai ao franqueador se o visto sair. São pontos que negociamos e analisamos junto com você.
Onde a Unike entra
Ajudamos você a escolher uma franquia compatível com o investimento que tem disponível e a negociar condições contratuais — inclusive proteções como reembolso. A parte de visto, taxas e honorários fica com o advogado de imigração que indicamos. Assim você tem clareza sobre cada peça do custo antes de comprometer recursos.